Sobre a tal felicidade

8 de abril de 2012


Dia desses me cobraram a tal felicidade. Me perguntaram por onde andariam meus sorrisos e eu, amargamente, não soube responder. Um dia me mandaram olhar para meu próprio umbigo e esquecer o resto do mundo, porque esse só me fazia esperar o que nunca iria acontecer. 

Um dia também eu aprendi o real significado de felicidade e aí, eu compreendi que nada tinha a ver com sorrisos distribuídos ao mundo. A felicidade tinha simplesmente a ver com minha paz interior. A felicidade plena, que nada se parece com a momentânea, eu descobri  que dependia apenas de mim e que de nada adiantaria esperar das pessoas, até porque no fundo elas também esperavam de mim. 

Depois de um tempo eu percebi que para ser feliz de verdade, eu dependia apenas de uma companhia: da minha. E descobri, aliás, a sutil diferença entre ser e estar. Eu não queria apenas estar feliz e, para me sentir completa, bastava apenas um equilíbrio: razão e emoção de mãos dadas que eu seria feliz.

Felicidade não é aquilo que esperam de mim. Felicidade é aquilo que eu mesma reflito para mim. E, no momento, eu só quero refletir paz. Não me interessa saber que o mundo espera apenas sorrisos! Me deixem em paz com minhas lágrimas, porque eu sei que um dia elas passam. Felicidade mesmo é saber que você não depende de ninguém para ser completo. Basta você, basta querer e basta saber!

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