Palavras de uma mente confusa

2 de março de 2011


E toda essa insuficiência existencial me persegue a ponto de me fazer quase entrar em desespero cada vez que eu não sei mais o que pensar de tudo isso. Vontades? Carrego um turbilhão dentro de mim, mas eu simplesmente não sei o que fazer com cada uma delas. Vazio de um lado, dúvidas do outro e aquela luz no fim do túnel que ainda me faz querer prosseguir. Aquela luz que quase me cega de tão mínima, mas que não me faz perder o foco.

Sou capaz de ouvir cada sentimento dando um leve eco nesse túnel. Ecos que me parecem intermináveis, assim como cada momento tem se tornado. É como se ainda assim eu sentisse tudo oco, se é que eu realmente estou sentindo algo.

O mundo me ensinou a me “auto-anestesiar” e a situação chegou a um ponto onde eu prefiro observar tudo de longe, enquanto finjo que não é comigo. É, é só fingir mesmo. Porque no fundo, eu sei que tudo aquilo me pertence de um certo modo, mas eu prefiro deixar assim até me recompor de modo a erguer a cabeça e continuar sorrindo. E sei que estou quase lá.

3 comentários:

  1. postei seu texto no meu tumblr com os devidos créditos, tá? muito lindo! qualquer coisa se não gostar me avisa que eu retiro @nyneeee

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  2. O perigoso, moça, é sentar no banco e ver a vida passar e não aproveitar.

    Beijo. :*

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  3. Os adultos vivem dizendo que a adolescência é um dos periodos mais marcantes da adolescência. Mais o que o adolescente pensa disso?

    Visita meu blog?

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    Se gostar do meu blog, segue lá, ficarei muito feliz mesmo. Desde já obrigada , beijos e uma ótima semana.

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Obrigada!