31 de janeiro de 2011

Era tão claro de um jeito que só eu era capaz de enxergar. Era claro, mas ainda assim confuso. Eu olhava para o céu na esperança de ainda encontrar algo. As estrelas brilhavam tanto e formavam desenhos tão lúcidos na minha cabeça que minha imaginação era capaz de ir além.
E eu sei que não estava sozinha. É. Mesmo que você não estivesse ali e mesmo que não houvesse nenhum laço físico nos ligando... eu sabia que havia algo que nos conectava como se fôssemos um só. Eu te sentia perto, mesmo que tão longe e para isso nem era necessário muito esforço. A gente se completava de algum jeito e nós sabíamos disso.
Quer dizer, eu pelo menos sabia disso.

2 comentários:

  1. Um ponto de paz com o tamanho do universo. Ah, o céu. A noite e suas constelações.
    Já tive uma conversa assim; gostei muito do texto Dri, parabéns.

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  2. Adorei o texto, consegui me imaginar na situação. E o céu é uma incógnita mesmo, imaginamos tantas coisas sob ele...
    beijos, Raíssa:*
    smileonly-mow.blogspot.com

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