Sobre a vida e suas metas

18 de dezembro de 2010


Dia desses uma amiga me ligou só pra contar que havia lido um texto que a fez lembrar-se de mim. Ela tinha lido esses textos nessas revistas jovens que eu nem me identifico mais, mas disse que era a minha cara. O texto falava sobre vivermos como ‘’robozinhos’’ que só fazem aquilo que foi planejado.

A princípio eu até concordei, mas o texto falava sobre ‘’deixar a vida nos levar do jeito que ela bem entender’’ o que me fez mudar de idéia instantaneamente. Eu sou uma fervorosa defensora de metas, planejamentos, sonhos, objetivos e muitas outras coisas que nos permitem ter o controle sobre a nossa vida. Sim, eu quero ter o total controle da minha vida. Mesmo que às vezes isso não é possível, eu sei, até porque o destino nos prega peças incríveis, mas eu ainda acho que está em nossas mãos o que fazer dessa nossa longa jornada.

Não quero envelhecer e pensar “poxa, deixei a vida me levar e não fiz metade do que eu realmente queria”. Eu quero ter a certeza que tudo que eu fiz, foi porque eu realmente queria e não porque a vida havia “me feito fazer”.

A vida deve ser vivida naturalmente, mas ainda assim temos que tentar manter o controle. A vida é sua, e se ela realmente importa pra alguém, esse alguém é você. Não deixe de fazer o que quer com a desculpa de “o destino quis assim”. Se aconteceu, foi porque de algum modo você permitiu. O destino influencia nossas vidas, mas acredite: nós ainda somos eternos responsáveis por ela.

E enquanto eu espero meus trinta anos chegar, eu estou aqui, tranquila e montando a minha vida com as minhas metas, sonhos e trilhares de outras coisas mais que eu imagino pra ela. E bem longe de ser um robô.

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