Sobre a morte e a importância de se querer viver

31 de agosto de 2010


A nossa vida é bela. E, infelizmente é breve. É. Ela dura pouco, mas o bastante suficiente pra quem sabe aproveitar. Ela é feita de pequenas coisas... Desde um beijo na bochecha, uma bela flor vista em um terreno baldio, um eu te amo, uma mera olhada no céu, até grandes momentos de felicidade, prazer e sofrimentos.

Sim, sofrimentos regem nossa vida. É como se precisássemos deles para nos tornar quem somos. Se não houvesse a mentira, nós não apreenderíamos como é bom só dizer a verdade. Se não houvesse brigas entre casais, nós não saberíamos o quanto aquela pessoa é importante. Se não houvesse o choro nós não saberíamos o quão é bom se sentir bem depois de uma lágrima secada por alguém especial. Sofrimentos são importantes, assim como nós somos para nós mesmos.

A vida é, ao mesmo tempo, bela, curta, proveitosa e grandiosa. Ela nos ensina virtudes, nos proporciona sorrisos, nos ensina a perdoar, a esquecer, a amar e a perder. Destas perdas, algumas deixaram feridas que passaram logo depois de algum tempo. Outras deixaram cicatrizes profundas em nosso peito, que não irão doer com o tempo. A vida nos faz perder oportunidades, momentos e pessoas. É. Ela leva algumas pessoas de nós, e nós sentimos falta, seja do seu sorriso ou até mesmo da influencia que essa pessoa tinha em nossa vida. Seja porque essa pessoa simplesmente teve que ir embora, ou porque Deus a chamou para conhecer os céus.

Sim, isso também pode parecer inútil, mas, eu acredito no céu. E me sufoco de curiosidade para saber o que tem depois dessa longa jornada chamada vida. Acho que como não descobriram a resposta, eles a chamaram de morte, e nos fizeram temer cada momento relacionado a isso. Sinceramente eu admiro pessoas que não a temem, ao contrário de mim.

Mas, se não existisse esse tipo de perda, talvez nós não levássemos exemplos maravilhosos de pessoas amigas que nos ensinaram o prazer de viver a vida, talvez nós não déssemos valor a ela; talvez nós não apreendêssemos o quão importante são esses momentos vividos, mesmo que ao final desse trajeto tudo se perca.

A vida é curta e é capaz de ser bela pra quem consegue aprender a vivê-la com amor. A vida é breve, e esse tal de tempo não nos permite pausas, nem avisos prévios sobre o que está por vir.

Sobre montanhas russas e a vida

25 de agosto de 2010


Palavras embaralhadas. Coração na boca. Sorriso no rosto e a lágrima pronta no canto do meu olho. Sentimentos confusos, regado a muita dor de cabeça. É tudo que eu consigo escrever.
Não me convém falar de pessoas que não merece uma palavra sequer do meu vocabulário. Nem me convém falar de sentimentos – se é que eu sou capaz de descrever.
A única coisa que descrevo atualmente sou eu. Nada mais. E esse sou eu não incluem meus dias, meu coração e muito menos minha cabeça. São definições prontas do meu ser, capazes de mudar em questão de segundos, mas que eu-sei-de-cor-e-sorteado. Diferentemente dos meus sentimentos, minhas complicações e minha vida montanha russa. Cheia de altos e baixos, com direito a frio na barriga e vontade de descer do brinquedo. Direito a enjôo no estômago, vontade de vomitar. Com direito a sorrisos largos, mãos suadas, gritos de felicidade e agonia. Felicidade por saber que mais uma curva funda já foi deixada pra trás. Agonia por saber que muitas outras virão. Uma montanha russa de longo trajeto, cheia de obstáculos a ser vencidos. Com platéia e companheiros de carrinho. Pessoas que se perguntam o que eu faço ali e pessoas que dão sua mão em variadas curvas. Uma montanha russa complicada, mas deliciosa de ser percorrida. Até que se chegue ao fim do trajeto, e pra ser sincera, não quero nem pensar nesse fim.
Que venham milhares de curvas, voltas, rampas, gritos, lágrimas e sorrisos. Não tenho medo. Adoro montanhas russas. Elas me colocam medo, mas me fazem viver no limite, no extremo das coisas. E tem coisa melhor do que aproveitar a vida ao extremo?

20 de agosto de 2010



Qualquer coisa que você faça será insignificante, mas é muito importante que você o faça.
Você pode não saber qual é o significado da sua vida, e não precisa.
Precisa apenas saber que ela significa alguma coisa.
Toda vida tem um significado, mesmo que dure 100 anos ou 100 segundos. Toda vida tem.
E cada morte, muda o mundo do seu próprio jeito. Ghandi sabia disso.
Ele sabia que sua vida significava alguma coisa para alguém, em algum lugar, de alguma forma.
E ele sabia com muita certeza que ele jamais saberia o significado dela.
Ele entendeu que viver a vida, deve ser mais uma grande preocupação, do que um entendimento.
E eu também. Você pode não saber, então não leve isto por certo, não leve isso muito a sério.
Não adie o que você quer, não deixe que nada o impeça.
Apenas tenha certeza, de que as pessoas com que você se preocupa saibam.
E tenham certeza do que você realmente sente, porque só assim tudo pode acabar.
(Filme Remember Me)

Contente-se

17 de agosto de 2010


Sou a euforia, a tristeza. A ansiedade e o sofrimento. Eu sou parte do que te faz falta e parte do que te incomoda. Eu simplesmente sou algo que me tornei com um tempo. Batalhas árduas. Dias sem dormir. Lembranças em pleno choro. Sou a ansiedade da espera pelo amanhã, as gargalhadas de um sábado à tarde. Não sou o que você precisa e muito menos o que você quer. Sou simplesmente aquela que toma seus pensamentos em plena tarde sem graça. Eu sou a canção que você não gosta, mas vive repetindo sem querer. Consegue ouvir?
Consegue perceber? Sou quem te faz bem e quem te faz mal. Felizmente me tornei assim. Tomei conta da sua cabeça e agora almejo seu coração. Infelizmente essa mudança deixou rastros. Sei que não basta querer, mas terá que passar a desejar. Já disse: Não importa mais o que quer. Eu te quero, com ou sem seu consentimento. Contente-se.

15 de agosto de 2010

rs. Oi gente.
Então, ganhei um selo de qualidade. *-*
Lindo isso né? adorei, mesmo. Muito obrigada a Juliana Santiago, dona do blog Rainha do Drama (http://jmsdramaqueen.blogspot.com/) que me indicou. Adorei mesmo, querida. Obrigada.
Dentre as regras, me pediam que eu repasse a nove blogs. Vou repassar e deixarei meu devido comentário sobre o mesmo.
Pediam também que eu falasse nove coisas sobre mim, e incrívelmente eu havia escrito um post sobre isso. Vou posta-lo também.
Regras:
- Repassar para 9 blogs;
- Avisar os blogs indicados;
- E falar 9 coisas sobre mim.
Começando pela última regra. 9 coisas sobre mim (ou até mais):
Não sou tão forte quanto aparento ser (1). Meu sorriso não é sempre o mais sincero e ainda tenho medo da escuridão e de animais asquerosos(2). Chata e irritante(4). Compreensiva e sensível(5). Quando ninguém vê a mulher de 17 anos se torna uma garota de 5 que precisa de colo(6). Ainda levo comigo milhares de defeitos que seguram toda essa estrutura(7). Sem eles, não sou nem metade do que realmente sou, nem do que aparento ser. Não gosto do fato das pessoas esperarem muito de mim(8). Não gosto de despedidas e sinto muita falta de pessoas que já se foram(9). Não sou dona de toda essa paciência(10). Isso se chama equilíbrio, porque a minha paciência mesmo já se foi há muito tempo. Não tolero mentiras, nem falsas promessas(11). Cobro-me constantemente e me culpo por erros passados(12). Não tenho paciência pra “fazer social” e nem sei forçar simpatia(13). Ao mesmo tempo eufórica e depressiva(14). Mudo de humor constantemente(15). Admiro o senso de humor irônico e não sei fazer boas piadas(16).
Chega né? rs. Agora vamos as indicações (do oscar. rs - não sei fazer boas piadas.) :
1. http://sinta-o-amor.blogspot.com/ - gosto muito desse blog. meu favorito, mesmo.
2. http://poetailusionista.blogspot.com/ - descobri a pouco tempo e já está nos meus favoritos. muito lindo.
3. http://fabiane-aline.blogspot.com/ - muito meigo esse blog.
4. http://crysmilee.blogspot.com/ - conseguem me emocionar com os textos. magnífico.
Vou indicar somente esses 4. =)
Obrigada gente.
Bjs ;*