Sobre a metamorfose chamada Vida

29 de abril de 2010

Nessa vida viemos com apenas duas certezas: a primeira é que não há como sair desse trajeto vivo e a segunda é que no final dessa jornada nós não seremos os mesmo do começo, ou seja, nós vamos mudar.

Essa mudança, seja ela benéfica ou não, é natural e veio para mostrar que nós somos seres capazes de nos adaptar ao meio que vivemos (que, diga-se de passagem, também muda!)

A vida nada mais é que uma metamorfose e nós somos a borboleta, que mesmo ainda imatura, aceita o desafio de conhecer o mundo até sentir que está plenamente pronta para voar com suas próprias asas.

A borboleta capaz de reconhecer que está mudando é capaz de perceber que essas mudanças afetarão a convivência das outras borboletas ao seu redor. E será capaz de perceber até onde essas mudanças iram trazer benefícios pra si.

Nós estamos em constante metamorfose, e muitas vezes não somos capazes de perceber a nossa própria mudança até que a própria vida nos mande um aviso.

Da mesma forma que é necessário aprender com a nossa própria mudança, lhe dar com a mudança do outro é ainda mais necessário. Fácil é dizer que as pessoas ao nosso redor mudam. Difícil é entender o que leva a essa mudança.

A vida NÃO é um ciclo em que por mais que se mude sempre vamos voltar ao mesmo lugar. A vida é um trajeto cheio de obstáculos que no qual nós teremos que nos adaptar ao passar por eles. Mudanças são necessárias, e como diria meu bom e velho Raul Seixas: “eu prefiro ser essa metamorfose ambulante, do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo”.

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